Sistemas de água para o espaço público, o hotel e o projecto privado.
Água como peça de arquitectura: jatos, bacia e luz a servir o sítio, não a competir com ele.
Praça, rotunda, hotel ou jardim onde a água deve estar presente todos os dias.
Praça da Batalha Porto
Um plano quieto para a arquitectura se ler duas vezes.
Entrada de hotel, claustro, praça de pedra.
Espelho de água Lisboa
Jatos no pavimento, sem tanque à vista. Quando a água pára, a praça continua praça.
Praça e espaço público que precisa de água e de chão livre para outro uso.
Khan Antoun Bey Beirute
Os jatos respondem a quem passa. O chão continua a ser praça.
Zonas de passagem e lazer com público contínuo.
Laranjeiro Almada
Bombas, luz e áudio no mesmo guião. Um espectáculo, não uma fonte a tocar música.
Hotel, praça cívica ou um momento de inauguração.
W Algarve Albufeira
Água que desenha texto, gráfico ou imagem, sem ecrã.
Átrio, fachada ou hotel: um instante de leitura à passagem.
Parklake Bucareste
Névoa fina que desenha o clima e o contorno do espaço.
Verão em praça, jardim ou terraço de hotel.
Fonte da Ave Lagoa
Jatos ao nível do pavimento. Brincar sem perder a praça.
Parque, frente de água, zona de lazer de hotel.
Parque Multiusos Aljustrel
Um cone que faz explodir a água no cimo, como uma erupção.
Fonte seca ou jogos de água, quando o sítio pede um momento de erupção.
Vulcão de Cóia Vigo
Água de lazer no mesmo vocabulário da fonte do lugar.
Hotel, resort e projecto privado. Nunca uma ficha de catálogo isolada.
W Algarve Albufeira